No ano em que o SUS (Sistema Único de Saúde) completa 30 anos, uma pesquisa a que o UOL teve acesso indica que os gastos públicos vêm perdendo peso frente às despesas privadas em saúde, na contramão do que ocorre em países desenvolvidos. Uma diferença que tende a se agravar nos próximos anos com o congelamento dos gastos do governo por 20 anos.

Uma em cada 10 mulheres vítimas do câncer de mama (cerca de 12%) poderiam ter a vida poupada se praticassem atividade física regularmente. É o que aponta o artigo científico “Mortality and years of life lost due to breast cancer attributable to physical inactivity in the Brazilian female population (1990–2015)”, divulgado na revista Nature.

No Maranhão, 117 cidades estão em situação de alerta ou risco de surto de dengue, zika e chikungunya, de acordo com o novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2018.

Mais de 20 milhões de adolescentes brasileiros devem buscar os postos de saúde para receber a vacina HPV. A convocação é do Ministério da Saúde, que lança nesta terça-feira (4/9) uma Campanha Publicitária de Mobilização e Comunicação para a Vacinação do Adolescente contra a doença. A expectativa é de vacinar 9,7 milhões de meninas de 9 a 14 anos e 10,8 milhões de meninos de 11 a 14 anos. Para garantir a vacinação deste público, o Ministério da Saúde investiu R$ 567 milhões na aquisição de 14 milhões de vacinas. A vacina HPV é eficaz e protege contra vários tipos de cânceres em mulheres e homens.

Método criado por brasileiros harmoniza partes de medicamentos já prescritos para criar substâncias capazes de matar bactérias resistentes. Versão testada em ratos combina o mosaico antimicrobiano com molécula presente na goiaba.

As infecções causadas por bactérias resistentes são um dos grandes desafios do século. Os micro-organismos respondem pouco aos antibióticos disponíveis, agravando a situação do paciente e podendo levá-lo à morte. Preocupada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem alertado sobre a importância de combater esses patógenos, que adoecem cerca de meio milhão de pessoas, estima a entidade. Nesse sentido, um grupo internacional liderado por brasileiros desenvolve um método de produção de antibiótico capaz de matar as superbactérias e que poderá ser usado, inclusive, para a remodelar a fabricação de remédios já existentes.

Os cientistas utilizaram um algoritmo que imita o processo natural de como os genes se recombinam durante a reprodução — um mecanismo importante na evolução dos seres vivos. Para formar um antibiótico potente, o programa junta características de diversas substâncias antimicrobianas a uma molécula encontrada na semente da goiaba. Batizado de guavanin 2, o produto foi testado em ratos e se mostrou eficaz contra bactérias resistentes aos medicamentos comuns.

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